Revista Brasileira de Psicoteratia

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A criança frente à doença e à morte: aspectos psiquiátricosa
Ana Margareth Siqueira Bassols*; Maria Lucrecia Zavaschi**; Regina Beatriz Palma***
Páginas: 12 - 25

Resumo

O atendimento da criança com doença grave ou terminal é uma situação bastante delicada e complexa, que envolve questões psicológicas importantes do paciente, de sua família e de todos os envolvidos no seu cuidado. A partir da revisão das etapas evolutivas das crianças, este artigo tem o objetivo de auxiliar a identificar as reações que elas apresentam diante da sua própria doença e/ou morte, ilustrando com alguns exemplos clínicos. Destaca-se a importância da participação da consultoria psiquiátrica na internação hospitalar em pediatria, que pode ser requisitada para avaliar e/ou atender, do ponto de vista psiquiátrico, a criança portadora de doença grave ou terminal e, também, a família do paciente. Cabe ainda ao consultor psiquiátrico o desafio de proporcionar atenção à equipe assistente, visto que o estresse a que são submetidos os "profissionais da linha de frente" é de tamanha intensidade, que alguns autores o compararam ao vivido no campo de batalha. A busca de um conhecimento profundo sobre si mesmos e sobre os aspectos relacionados à doença e à natureza do paciente sob seus cuidados pode permitir que os profissionais de saúde se posicionem com tranquilidade diante de uma criança gravemente doente e sua família. Quaisquer decisões que venham a ser tomadas precisam estar de acordo com os princípios éticos que cada indivíduo adota, mas também de acordo com os princípios éticos vigentes na contemporaneidade.

Descritores: desenvolvimento emocional da criança e do adolescente; paciente terminal; psiquiatria infantil; medicina paliativa; consultoria psiquiátrica; psiquiatria.

A hipermodernidade e a clínica psicanalítica*
Pricilla Braga Laskoskia; Marina Bento Gastaudb; Julia Domingues Goic; Ana Margareth Siqueira Bassolsd; Diogo Machadoe; Camila Piva da Costaf; Mariana Torresg; Felipe Bauer Pinto da Costah; Cláudio Laks Eiziriki
Páginas: 14 - 24

Resumo

O atendimento da criança com doença grave ou terminal é uma situação bastante delicada e complexa, que envolve questões psicológicas importantes do paciente, de sua família e de todos os envolvidos no seu cuidado. A partir da revisão das etapas evolutivas das crianças, este artigo tem o objetivo de auxiliar a identificar as reações que elas apresentam diante da sua própria doença e/ou morte, ilustrando com alguns exemplos clínicos. Destaca-se a importância da participação da consultoria psiquiátrica na internação hospitalar em pediatria, que pode ser requisitada para avaliar e/ou atender, do ponto de vista psiquiátrico, a criança portadora de doença grave ou terminal e, também, a família do paciente. Cabe ainda ao consultor psiquiátrico o desafio de proporcionar atenção à equipe assistente, visto que o estresse a que são submetidos os "profissionais da linha de frente" é de tamanha intensidade, que alguns autores o compararam ao vivido no campo de batalha. A busca de um conhecimento profundo sobre si mesmos e sobre os aspectos relacionados à doença e à natureza do paciente sob seus cuidados pode permitir que os profissionais de saúde se posicionem com tranquilidade diante de uma criança gravemente doente e sua família. Quaisquer decisões que venham a ser tomadas precisam estar de acordo com os princípios éticos que cada indivíduo adota, mas também de acordo com os princípios éticos vigentes na contemporaneidade.

Descritores: desenvolvimento emocional da criança e do adolescente; paciente terminal; psiquiatria infantil; medicina paliativa; consultoria psiquiátrica; psiquiatria.

Abordagens ao cyberbullying
André Rafael Simionia; Ana Margareth Siqueira Bassolsb
Páginas: 26 - 42

Resumo

O atendimento da criança com doença grave ou terminal é uma situação bastante delicada e complexa, que envolve questões psicológicas importantes do paciente, de sua família e de todos os envolvidos no seu cuidado. A partir da revisão das etapas evolutivas das crianças, este artigo tem o objetivo de auxiliar a identificar as reações que elas apresentam diante da sua própria doença e/ou morte, ilustrando com alguns exemplos clínicos. Destaca-se a importância da participação da consultoria psiquiátrica na internação hospitalar em pediatria, que pode ser requisitada para avaliar e/ou atender, do ponto de vista psiquiátrico, a criança portadora de doença grave ou terminal e, também, a família do paciente. Cabe ainda ao consultor psiquiátrico o desafio de proporcionar atenção à equipe assistente, visto que o estresse a que são submetidos os "profissionais da linha de frente" é de tamanha intensidade, que alguns autores o compararam ao vivido no campo de batalha. A busca de um conhecimento profundo sobre si mesmos e sobre os aspectos relacionados à doença e à natureza do paciente sob seus cuidados pode permitir que os profissionais de saúde se posicionem com tranquilidade diante de uma criança gravemente doente e sua família. Quaisquer decisões que venham a ser tomadas precisam estar de acordo com os princípios éticos que cada indivíduo adota, mas também de acordo com os princípios éticos vigentes na contemporaneidade.

Descritores: desenvolvimento emocional da criança e do adolescente; paciente terminal; psiquiatria infantil; medicina paliativa; consultoria psiquiátrica; psiquiatria.

Compreensão psicodinâmica do ciclo vital de Daenerys Targaryen, personagem da série Game of Thrones
Murilo Martini1; Rodrigo Chiavaro da Fonseca2; Henrique Iahnke Garbin3; Ana Margareth Siqueira Bassols4
Páginas: 55 - 67

Resumo

O atendimento da criança com doença grave ou terminal é uma situação bastante delicada e complexa, que envolve questões psicológicas importantes do paciente, de sua família e de todos os envolvidos no seu cuidado. A partir da revisão das etapas evolutivas das crianças, este artigo tem o objetivo de auxiliar a identificar as reações que elas apresentam diante da sua própria doença e/ou morte, ilustrando com alguns exemplos clínicos. Destaca-se a importância da participação da consultoria psiquiátrica na internação hospitalar em pediatria, que pode ser requisitada para avaliar e/ou atender, do ponto de vista psiquiátrico, a criança portadora de doença grave ou terminal e, também, a família do paciente. Cabe ainda ao consultor psiquiátrico o desafio de proporcionar atenção à equipe assistente, visto que o estresse a que são submetidos os "profissionais da linha de frente" é de tamanha intensidade, que alguns autores o compararam ao vivido no campo de batalha. A busca de um conhecimento profundo sobre si mesmos e sobre os aspectos relacionados à doença e à natureza do paciente sob seus cuidados pode permitir que os profissionais de saúde se posicionem com tranquilidade diante de uma criança gravemente doente e sua família. Quaisquer decisões que venham a ser tomadas precisam estar de acordo com os princípios éticos que cada indivíduo adota, mas também de acordo com os princípios éticos vigentes na contemporaneidade.

Descritores: desenvolvimento emocional da criança e do adolescente; paciente terminal; psiquiatria infantil; medicina paliativa; consultoria psiquiátrica; psiquiatria.

How do medical students defend themselves against anxiety?
Ana Margareth Siqueira Bassols1,2; Guilherme Correa Guimarães3; Cíntya Kelly M Ogliari3; Sthefano Machado dos Santos3; Bruna Brasil Carneiro3; Vânia Naomi Hirakata4; Luis Augusto Rohde1,2; Cláudio Laks Eizirik5
Páginas: 31 - 42

Resumo

O atendimento da criança com doença grave ou terminal é uma situação bastante delicada e complexa, que envolve questões psicológicas importantes do paciente, de sua família e de todos os envolvidos no seu cuidado. A partir da revisão das etapas evolutivas das crianças, este artigo tem o objetivo de auxiliar a identificar as reações que elas apresentam diante da sua própria doença e/ou morte, ilustrando com alguns exemplos clínicos. Destaca-se a importância da participação da consultoria psiquiátrica na internação hospitalar em pediatria, que pode ser requisitada para avaliar e/ou atender, do ponto de vista psiquiátrico, a criança portadora de doença grave ou terminal e, também, a família do paciente. Cabe ainda ao consultor psiquiátrico o desafio de proporcionar atenção à equipe assistente, visto que o estresse a que são submetidos os "profissionais da linha de frente" é de tamanha intensidade, que alguns autores o compararam ao vivido no campo de batalha. A busca de um conhecimento profundo sobre si mesmos e sobre os aspectos relacionados à doença e à natureza do paciente sob seus cuidados pode permitir que os profissionais de saúde se posicionem com tranquilidade diante de uma criança gravemente doente e sua família. Quaisquer decisões que venham a ser tomadas precisam estar de acordo com os princípios éticos que cada indivíduo adota, mas também de acordo com os princípios éticos vigentes na contemporaneidade.

Descritores: desenvolvimento emocional da criança e do adolescente; paciente terminal; psiquiatria infantil; medicina paliativa; consultoria psiquiátrica; psiquiatria.