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Revista Brasileira de Psicoteratia

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Rev. bras. psicoter. 2018; 20(2):53-63



Artigo de Revisão

Aplicação da psicoeducação na saúde: revisão integrativa

Application of psychoeducation in health: an integrative review

Rodrigo da Silva Maiaa; Tereza Cristina Santos de Araújob; Eulália Maria Chaves Maiac

Resumo

OBJETIVO: o presente estudo tem por objetivo analisar, através de uma revisão integrativa da literatura, as produções científicas sobre a aplicação da técnica da psicoeducação no contexto da saúde.
MÉTODO: Realizamos uma busca eletrônica por artigos, publicados até 2017, nas bases de dados Periódicos CAPES, LILACS, SCOPUS e SCIELO. Para a busca utilizamos o termo: "psicoeducação" OR "psychoeducation".
RESULTADOS: Ao todo foram encontradas 27 publicações nas bases de dados exploradas. Contudo, após a aplicação dos critérios de seleção, permaneceu um total de 13 artigos. De modo geral, estes tratam de testar a intervenção psicoeducativa com diferentes públicos. Dentre os estudos revisados, percebe-se que cinco estudos (38%) tratam da temática da psicoeducação aplicada ao tratamento do transtorno Bipolar, demonstrando sua eficácia, e três (23%) tematizam sobre o uso da técnica em intervenções voltadas ao público idoso e seus familiares, dois (15%) abordam o uso da psicoeducação na prevenção do uso e promoção de saúde diante do consumo abusivo de substância, e os demais abordam, respectivamente, a aplicação da psicoeducação para promoção de saúde de pacientes hipertensos (n = 1, 8%), apresentam a técnica para a comunidade de enfermagem (n = 1, 8%) e investiga o uso da psicoeducação no campo da saúde (n = 1, 8%).
CONCLUSÃO: Os dados sinalizam a eficácia da psicoeducação para a promoção de cuidado em saúde para pacientes psiquiátricos, uma vez que promove empoderamento, fortalece vínculos destes com seus familiares e serviços de saúde e fortalece as redes de suporte social.

Descritores: Educação de Pacientes como Assunto; Pessoal de Saúde; Psicoterapia.

Abstract

OBJECTIVE: This study aims to analyza, through an integrative literature review, scientific productions on the implementation of psychoeducation technique in the context of health.
METHOD: We conducted an electronic search for articles published up to 2017 in the databases Periodicals CAPES, LILACS, SCOPUS and SCIELO. For the search we use the term "psicoeducação" OR "psychoeducation".
RESULTS: A total of 27 publications were found in databases explored with the expression used. However, after applying the selection criteria, a total of 13 articles remained. In general, they try to test psychoeducational intervention with different audiences. Among the studies reviewed, five studies (38%) deal with the topic of psychoeducation applied to the treatment of Bipolar Disorder, demonstrating its efficacy, and three (23%) discuss the use of the technique in interventions aimed at the elderly and (15%) approach the use of psychoeducation in the prevention of health use and health promotion in the face of substance abuse, and the others address, respectively, the application of psychoeducation for health promotion of hypertensive patients (n = 1, 8%) present the technique to the nursing community (n = 1, 8%) and investigates the use of psychoeducation in the health field (n = 1, 8%).
CONCLUSION: The data indicate the efficacy of psychoeducation for the promotion of health care for psychiatric patients, since it promotes empowerment, strengthens ties with their families and health services, and strengthens social support networks.

Keywords: PatientEducation as Topic; Health Personnel; Psychotherapy.

 

 

INTRODUÇÃO

A psicoeducação se caracteriza como uma intervenção ou técnica psicoterapêutica, que surgiu fortemente influenciada pela abordagem cognitivo-comportamental1. É uma técnica utilizada para auxiliar no tratamento de transtornos psiquiátricos, que consiste na transmissão de conhecimento sobre o quadro clínico associado a estratégias de acolhimento psicológico e promoção de insight sobre o estado de saúde do sujeito1,2.

Trata-se de uma técnica embasada no modelo biopsicossocial, no qual o indivíduo é visto como um ser holístico e sistêmico, em que se une conceitos de teorias e da prática psicológica com o processo educativo de aprendizagem, tendo como principal objetivo poder dar melhor assistência as complexidades que envolvem a saúde do indivíduo2,3. Aliado a isso, a técnica psicoeducativa se propõe a - por meio da promoção de um ambiente acolhedor e de confiança, associada ao fornecimento de informações - incentivar mudanças comportamentais, sociais e emocionais para, subsequentemente, prevenir adoecimentos e promover saúde3.

A psicoeducação reúne conhecimentos psicológicos e educativos, além de recorrer a outras disciplinas e campos de conhecimentos - como a medicina, nutrição, farmacologia, entre outras -, visando ampliar o fornecimento de informações para o usuário assistido. De modo tal, espera-se que, com esta intervenção, o indivíduo obtenha conhecimento holístico e empoderamento acerca de sua demanda em saúde4,5.

A técnica psicoeducativa mostra-se complexa, uma vez que ela envolve o uso da transdisciplinaridade para o fornecimento de informações que promovam mudanças no âmbito social, comportamental e cognitivo do indivíduo, possibilitando uma compreensão sistêmica a qual envolve o adoecimento. Essa abordagem pode ser empregada em diferentes locais e contextos, bem como diante de diferentes problemáticas, sendo seu uso importante na prática clinica, pois esta objetiva, simultaneamente, a prevenção de agravos, a promoção e a educação em saúde6. No contexto da saúde, especificamente, reconhece-se a eficácia que a psicoeducação tem tido para o manejo clínico dos pacientes5,6. Diante do exposto, o presente estudo tem por objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, as produções científicas sobre a aplicação da técnica da psicoeducação no contexto da saúde.


MÉTODO

Este é um estudo de revisão de literatura, do tipo integrativa, elaborado a partir dos procedimentos metodológicos apresentados em Mendes, Silveira e Galvão7. Este tipo de estudo objetiva reunir e sintetizar achados de estudo sobre um tema ou questão específicas, aprofundando o conhecimento da temática investigada. Construiu-se o trabalho alicerçado em sugestões para qualidade de revisões de literatura8,9. O estudo partiu da seguinte pergunta de revisão: "Quais são as características dos artigos que discutem a aplicação da técnica da psicoeducação no contexto da saúde? Do que estes tratam? Estes trazem aspectos e dados sobre sua aplicação e eficácia?".

Procedemos a uma busca eletrônica, em março de 2018, nas bases de dados Periódicos CAPES, Literatura Latino Americana em Ciências da Saúde (LILACS), Scopus e Scientific Eletronic Library Online (SciELO). Realizamos a busca por artigos publicados de janeiro de 2004 a dezembro de 2017. Para a busca utilizamos a expressão: "psicoeducação" OR "psychoeducation".

Foram incluídos no presente estudo artigos disponíveis em texto completo, publicados nos idiomas espanhol e português, e que constassem o termo "psicoeducação" em um dos dois idiomas citados, em especial, no título do trabalho, os quais foram selecionados inicialmente a partir da leitura dos títulos e resumos, quando disponíveis. Excluíram-se desta revisão: editoriais, artigos de opinião, cartas ao editor, resenhas de livros, teses, dissertações e monografias.

Inicialmente, todos os títulos e resumos, quando disponíveis, foram avaliados pelo primeiro autor do estudo. Em seguida, dois autores avaliaram os estudos na íntegra, verificando aqueles que não atendiam aos critérios de seleção (objetivo do estudo, inclusão e exclusão). Os casos em que houve dúvidas e/ou discordância sobre a inclusão (ou não) de um artigo entre os dois primeiros avaliadores foram submetidos a análise do terceiro autor.

A coleta das informações inspirou-se no instrumento elaborado por Coriolano-Marinus e colaboradores10, o qual contemplou informações como autor, ano de publicação, periódico, objetivo, método, principais resultados. Além disso, acrescentamos a análise do nível de evidência científica. Os dados foram analisados por meio de análise bibliométrica e análise de conteúdo temática.


RESULTADOS

Ao todo foram encontradas 27 publicações nas bases de dados exploradas com a expressão utilizada.

Dentre estes, nove estavam disponíveis no SCIELO, oito disponibilizados no LILACS, seis artigos estavam indexados no Portal de Periódicos CAPES e quatro vinculado ao SCOPUS. Considerando os artigos duplicados em mais de uma base de dados e a aplicação dos critérios de seleção, permaneceu um total de 13 artigos a serem escrutinados nesta revisão, conforme explicitado no Quadro I.




Os dados do Quadro I demonstram uma maior concentração de achados no ano de 2017, 2012 e 2011, com três publicações cada. Quanto ao periódico, visualiza-se uma distribuição heterogênea dos estudos, ressaltando-se a repetição de publicações apenas nos periódicos Revista Portuguesa de Enfermagem em Saúde Mental e Revista da Escola de Enfermagem da USP.

Verifica-se um predomínio de estudos de Revisão de Literatura (n=6; 46%), acompanhado de Relatos de Experiência (n=3; 23%). Dentre os estudos revisados, percebe-se que cinco estudos (38%) tratam da temática da psicoeducação aplicada ao tratamento do transtorno Bipolar e três (23%) tematizam sobre o uso da técnica em intervenções voltadas ao público idoso e seus familiares. A seguir serão discutidos os principais resultados e conclusões dos estudos revisados.


AVALIAÇÃO CRÍTICA DOS RESULTADOS

Quanto ao tema da psicoeducação aplicada ao tratamento do Transtorno Bipolar, percebe-se que esta técnica tem sido apontada pelos autores enquanto uma ferramenta profilática adicional importante ao tratamento de diversos quadros clínicos6, em especial, em transtornos psiquiátricos19, como o Transtorno Bipolar. Esta estratégia tem sido amplamente sugerida, pois introduz ao sujeito informações sobre seu transtorno, sobre as principais estratégias terapêuticas para o tratamento deste, além de discutir aspectos relativos a uso de fármacos - como efeitos secundários destes -, e uso de terapias psicológicas e alternativas coadjuvantes ao processo de cuidado11,18,22.

De acordo com os estudos revisados, a psicoeducação tem se mostrado eficaz no empoderamento quando se trata de indivíduos em sofrimento psíquico. Trata-se de uma intervenção que pode ser utilizada individualmente e em grupo, apresentando-se como um dispositivo favorável também ao fortalecimento de vínculos e à construção de redes de apoio e suporte social/interpessoal13,16.

No que diz respeito aos estudos que discutem o uso da técnica em intervenções voltadas ao público idoso, os estudos parecem não trazer um consenso sobre a implementação e/ou eficácia destas nas intervenções dirigidas a este grupo etário e para familiares de idosos. Cuevas-Cancino e Moreno-Pérezc21 ressaltam que a psicoeducação é uma ferramenta positiva e importante para a realização de intervenções no seio familiar e com cuidadores.

No entanto, Sampaio12 revisou, em dois artigos, o uso da psicoeducação na promoção da redução de sobrecarga de cuidado para cuidadores informais de idosos. Os estudos revisados pelo autor discutiam a intervenção psicoeducativa, que em resumo baseavam-se em fornecimento de informações, sobre estratégias minimizadoras do estresse e o incentivo ao compartilhamento de tarefas de cuidado com outros familiares. O autor verificou que os estudos revisaram apontavam a ineficácia da psicoeducação em reduzir a sobrecarga. Entretanto, este ressalta que tais dados não podem ser generalizados, em razão de limitações práticometodológicas dos estudos analisados12.

Gonçalves-Pereira e Sampaio14, por sua vez, revisaram estudos que utilizaram a técnica na intervenção com famílias que continham idosos vivenciando um quadro de Demência. Os autores perceberam que os benefícios das intervenções psicoeducativas variam, de acordo com o seu conteúdo e destinatários, mas que estas contribuem para o enfrentamento familiar às mudanças e transformações inerentes ao processo demencial do idoso na família.

O terceiro estudo, realizado exclusivamente com idosos, desenvolvido por Lima-Silva e Yassuda17, implementou intervenções psicoeducativas com idosos hipertensos, visando promover conhecimento e mudança de atitude diante da doença. Neste estudo, participaram 64 idosos, divididos em grupo experimental (n = 35) e controle (n = 29), sendo este primeiro submetido a intervenções psicoeducativas, em que eram apresentados dados sobre a doença, tais como diagnóstico, curso, prognósticose principais terapêuticas farmacológicas e não farmacológicas, associado a treino cognitivo de memória, e avaliados antes e após intervenção, com o Questionário de Conhecimento sobre a Hipertensão (QCH) e outro questionário com questões sobre atitudes a respeito de medicações anti-hipertensivas. As autoras verificaram que o uso da técnica da psicoeducação quando associadas a treino cognitivo contribuíram expressivamente na promoção de saúde e autonomia para os idosos e resultaram também em uma melhor adesão ao tratamento e, subsequentemente, no manejo da doença crônica17.

Andrade e Kesller20 construíram, a partir de uma revisão de literatura, uma intervenção grupal de 10 sessões, baseada em psicoeducação, que objetiva a prevenção do uso de drogas. As autoras sugerem que a adolescência é uma fase de fortes mudanças no desenvolvimento do indivíduo e que este é um período que há predisposição e aumento no número de envolvidos com álcool e outras drogas. Portanto, estas sugerem que sejam criadas estratégias de prevenção primária, como a proposta no artigo, que busquem abranger os jovens dentro das escolas e visem reduzir o risco de desenvolvimento de dependência química entre adolescentes.

Coelho15 realizou uma intervenção psicoeducativa para professores, visando incrementar habilidades emocionais, tais como autoconsciência, gestão de emoções, automotivação, empatia e gestão de emoções em grupo, dos participantes. O estudo, de metodologia quase experimental, verificou melhores valores nos fatores anteriormente apontados, sugerindo um incremento na saúde mental dos participantes da intervenção, o que sugere que a técnica pode contribuir positivamente para promoção de saúde psíquica15.


DISCUSSÃO

A temática mais abordada nas publicações revisadas aborda o uso da psicoeducação no Transtorno Bipolar. A respeito de sua efetivação, atualmente, esta técnica tem sido uma estratégia profilática que vem sendo notadamente eficaz no manejo dos sintomas deste quadro clínico e tem sido associada a terapêuticas farmacológicas para remissão dos sintomas do Transtorno Bipolar25. Bosaipo, Borges e Juruena25 ressaltam que a psicoeducação, quando utilizada no tratamento deste transtorno, visa informar o paciente sobre o quadro e aumentar a adesão ao tratamento, que seja medicamentoso ou psicoterapêutico, promovendo psicoeducação sobre estratégias comportamentais de monitoramento das mudanças de humor, informando sobre técnicas de redução de estresse e resolução de problemas, e técnicas de reestruturação de pensamentos. Outro dado que parece corroborar com referida eficácia da psicoeducação pode se dar devido ao relativo empobrecimento na habilidade de realizar insight, comum em pacientes com Transtorno Bipolar26, a qual pode ser minimizada com o uso da técnica psicoeducativa.

Ressalta-se que, ainda que não houve consenso encontrado na literatura sobre a eficácia do uso da psicoeducação para a intervenção junto ao público idoso e seus familiares, a pesquisa quase-experimental de Lopes e Cachioni23 realizada com familiares de um grupo de idosos portadores da doença de Alzheimer, aponta que a intervenção psicoeducativa promoveu bem estar aos participantes da intervenção. O estudo demonstrou que os familiares que participaram da intervenção psicoeducativa apresentaram aumento na percepção dos benefícios positivo do ato de cuidar, embora a técnica não tenha se mostrado efetiva para diminuição da percepção de ônus físico gerado pelo cuidado.

Vem se tornando imprescindível validar, de maneira científica, a eficácia e efetividade de qualquer intervenção24. Sendo assim, percebe-se que a ausência de consenso quanto a eficácia da psicoeducação para intervenções com este público indica a necessidade de investimentos de pesquisa com esta população.


CONCLUSÃO

Através dos dados analisados nesta revisão, notou-se que o número de publicações acerca da temática de psicoeducação prevaleceu à mesma, sem aumentos expressivos com o avançar dos anos. Este dado pode sugerir que não houve aumento na perspectiva de interesse por parte de pesquisadores pela técnica nos anos observados nesta revisão. Dessa forma é pertinente despertar a necessidade de maiores pesquisas sobre seu uso, com intuito de promover maior discussão sobre a proposta psicoeducativa em diferentes áreas de atuação.

A revisão integrativa aqui realizada reuniu dados acerca da técnica psicoeducativa e discussão sobre seu uso no contexto da saúde. Tais achados sugerem que seu uso já vem sendo aplicado, mas indica a necessidade de maior disseminação sobre a técnica e sua aplicabilidade neste contexto. Os dados sinalizam a eficácia da psicoeducação para a promoção de cuidado em saúde para pacientes psiquiátricos (transtorno bipolar), o que sugere que esta intervenção pode se mostrar eficaz também para outros grupos clínicos, quer sejam pacientes psiquiátricos e/ou com doenças crônicas.

Nesse sentido, sugere-se, a partir desta revisão, a necessidade de estudos que investiguem o uso da técnica da psicoeducação em outros quadros clínicos, com diferentes populações e grupos etários. Ressalta-se que o presente estudo apresenta algumas limitações, sendo uma delas, o recorte idiomático, para estudos publicados apenas em língua hispânica e portuguesa. Outra limitação identificada foi a dificuldade de incluir na revisão, também, referências sobre a psicoeducação que estivessem citadas nos artigos revisados.


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a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Grupo de Estudos Psicologia e Saúde (GEPS) do Departamento de Psicologia - Natal - Rio Grande do Norte - Brasil
b Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Grupo de Estudos Psicologia e Saúde (GEPS) do Departamento de Psicologia - Natal - Rio Grande do Norte - Brasil
c Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Grupo de Estudos Psicologia e Saúde (GEPS) do Departamento de Psicologia - Natal - Rio Grande do Norte - Brasil

Correspondência
Rodrigo da Silva Maia
Rua Itamarati de Minas, 2982, Apto 202, Neópolis
59088-120 Natal, RN, Brasil
Telefone: (84) 999800721
e-mail: rodrigo_maia89@yahoo.com.br

Submetido em: 27/07/2018
Aceito em: 03/09/2018

Instituição: Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Colaborações: Rodrigo da Silva Maia - Coleta de Dados, Conceitualização, Gerenciamento do Projeto, Investigação, Metodologia. Redação - Preparação do original, Redação - Revisão e Edição, Supervisão, Visualização; Tereza Cristina Santos de Araújo - Coleta de Dados, Investigação, Redação - Preparação do original, Redação - Revisão e Edição;
Eulália Maria Chaves Maia - Conceitualização, Gerenciamento do Projeto, Metodologia, Redação - Preparação do original, Redação - Revisão e Edição, Supervisão, Visualização

 

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